domingo, 21 de março de 2010
CERIMONIAL MÁGICO DE UM BANQUETE LINGÜÍSTICO
APOCALIPSE (Revelação 10,8)
O livrinho doce e amargo – A voz do céu que eu tinha ouvido tornou então a falar-me: “Vai, toma o livrinho aberto da mão do Anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra”. Fui, pois, ao Anjo e lhe pedi que me entregasse o livrinho. Ele então me disse: “Toma-o e devora-o; ele te amargará o estômago, mas em tua boca será doce como o mel”. Tomei o livrinho da mão do Anjo e o devorei: na boca era doce como mel; quando o engoli, porém, meu estômago se tornou amargo”.
História em Quadrões: pinturas de Maurício de Sousa, gibis da Turma da Mônica, Coleção Crianças Famosas, O Menino Maluquinho, Menina Nina, canções de Hélio Ziskind, Sandra Peres, Paulo Tatit, que florescem na TV Cultura premiadas com o Sharp de melhor Música Infantil...
Buscar nessas produções não para tomá-las como exemplo ou parâmetro, mas para refletir sobre aspectos que nos escapam, ver o que está no meio ambiente mas ao mesmo tempo o que poderia estar é fonte inesgotável para se entender melhor que não há como um sujeito se expressar se não tiver uma concepção clara de sua realidade percebida.
A arte estimula a imaginação das crianças para descobrirem o que querem e como querem o seu mundo exterior.
O Ver, o Ouvir e o Ler o mundo ao seu redor para poder falar e escrever sobre ele. A obra de arte tem poder de revelação, é ao mesmo tempo reflexo e espelho, observo-me diante de um Renoir ao mesmo tempo que observo a obra que se entrega à minha contemplação. Aqui o método deixa de ser instrumento em favor dos dircursos científcamento estabelecidos, ou seja, ao abandonar atitudes cristalizadas posso finalmente dirigir-me ao diálogo, ao imaginário.
A comunicação deixa de ser tratada só como presença e substância, mas também como uma incompletude, movimento, pluralidade, um rastro do que se perdeu, uma espécie de presente- ausente . A poesia de Manoel de Barros diz “tem mais presença em mim o que me falta”. A linguagem, o signo, a imagem, o comunicar o objeto, tornar comum, trazer à superfície do social, como fazer isso numa era de implosão de significações, dos sentidos, das validades a longo prazo do saber? resta-nos recomeçar, buscar outros modelos aprisionam os conceitos e impõem limitações. A nova comunicação se pauta pela instabilidade, pelo diálogo entre os diversos saberes, pela quebra de barreiras, ela quer olhar o outro lado, o território misterioso onde se desenvolvem as práticas humanas, a sociabilidade, tornar visível. É importante dar vazão ao impulso, a comunicação é um rastro e como diz Komper, só pode ser rastreado, sentido.
Numa sociedade em que o mal se torna regra e não exceção, num século onde a comunicação é configurada a partir de uma sociedade tecnológica e digital, onde há banalização da violência, fartas imagens de dimensões descomunais, para causar rubor sugiro ao já desenvolvido por Nietzsche - a arte milagra esse percurso. Volto a Manoel de Barros “ quem acumula muita informação perde o condão de advinhar: divinare”.
Num universo telemático o que se encontra é um pensamento imaterial simbólico.O homem é um animal comunicante, o que o leva por romper o isolamento para comunicar-se é antes a exposição da incompletude, da angústia. O cenário agora é não mais conferir a comunicação através de argumentar uma linguagem ideal ou tampouco paradigmas como soluções, teleologia do saber clássico. Comunicação agora é para ser apreendida desde o seu interior e, quando tivermos palavra para algo é porque já o ultrapassamos e as vivências em toda sua amplitude jamais serão captadas integralmente pelo outro, a este resta tão só receber sintomas daquilo que existe por imagens, efúvios e afeto, um relacionamento voluptuoso com os termos corrompendo-os até a quimera.
O livrinho doce e amargo – A voz do céu que eu tinha ouvido tornou então a falar-me: “Vai, toma o livrinho aberto da mão do Anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra”. Fui, pois, ao Anjo e lhe pedi que me entregasse o livrinho. Ele então me disse: “Toma-o e devora-o; ele te amargará o estômago, mas em tua boca será doce como o mel”. Tomei o livrinho da mão do Anjo e o devorei: na boca era doce como mel; quando o engoli, porém, meu estômago se tornou amargo”.
História em Quadrões: pinturas de Maurício de Sousa, gibis da Turma da Mônica, Coleção Crianças Famosas, O Menino Maluquinho, Menina Nina, canções de Hélio Ziskind, Sandra Peres, Paulo Tatit, que florescem na TV Cultura premiadas com o Sharp de melhor Música Infantil...
Buscar nessas produções não para tomá-las como exemplo ou parâmetro, mas para refletir sobre aspectos que nos escapam, ver o que está no meio ambiente mas ao mesmo tempo o que poderia estar é fonte inesgotável para se entender melhor que não há como um sujeito se expressar se não tiver uma concepção clara de sua realidade percebida.
A arte estimula a imaginação das crianças para descobrirem o que querem e como querem o seu mundo exterior.
O Ver, o Ouvir e o Ler o mundo ao seu redor para poder falar e escrever sobre ele. A obra de arte tem poder de revelação, é ao mesmo tempo reflexo e espelho, observo-me diante de um Renoir ao mesmo tempo que observo a obra que se entrega à minha contemplação. Aqui o método deixa de ser instrumento em favor dos dircursos científcamento estabelecidos, ou seja, ao abandonar atitudes cristalizadas posso finalmente dirigir-me ao diálogo, ao imaginário.
A comunicação deixa de ser tratada só como presença e substância, mas também como uma incompletude, movimento, pluralidade, um rastro do que se perdeu, uma espécie de presente- ausente . A poesia de Manoel de Barros diz “tem mais presença em mim o que me falta”. A linguagem, o signo, a imagem, o comunicar o objeto, tornar comum, trazer à superfície do social, como fazer isso numa era de implosão de significações, dos sentidos, das validades a longo prazo do saber? resta-nos recomeçar, buscar outros modelos aprisionam os conceitos e impõem limitações. A nova comunicação se pauta pela instabilidade, pelo diálogo entre os diversos saberes, pela quebra de barreiras, ela quer olhar o outro lado, o território misterioso onde se desenvolvem as práticas humanas, a sociabilidade, tornar visível. É importante dar vazão ao impulso, a comunicação é um rastro e como diz Komper, só pode ser rastreado, sentido.
Numa sociedade em que o mal se torna regra e não exceção, num século onde a comunicação é configurada a partir de uma sociedade tecnológica e digital, onde há banalização da violência, fartas imagens de dimensões descomunais, para causar rubor sugiro ao já desenvolvido por Nietzsche - a arte milagra esse percurso. Volto a Manoel de Barros “ quem acumula muita informação perde o condão de advinhar: divinare”.
Num universo telemático o que se encontra é um pensamento imaterial simbólico.O homem é um animal comunicante, o que o leva por romper o isolamento para comunicar-se é antes a exposição da incompletude, da angústia. O cenário agora é não mais conferir a comunicação através de argumentar uma linguagem ideal ou tampouco paradigmas como soluções, teleologia do saber clássico. Comunicação agora é para ser apreendida desde o seu interior e, quando tivermos palavra para algo é porque já o ultrapassamos e as vivências em toda sua amplitude jamais serão captadas integralmente pelo outro, a este resta tão só receber sintomas daquilo que existe por imagens, efúvios e afeto, um relacionamento voluptuoso com os termos corrompendo-os até a quimera.
RELATÓRIO ARTE POR ENCANTO POR ENQUANTO - Esc. Est. Senhor do Bonfim DERBA

MONA MARATONA, 2002
Abner Adriano dos Santos, 3ª série
Escola Estadual Senhor do Bonfim DERBA
Senhor do Bonfim- BA
Brasil

MULHER COM SOMBRINHA, 1875
Claude Monet (1840-1926)
óleo sobre tela, 100X81cm
National Gallery of Art, Washington
Estados Unidos
Atividades desenvolvidas pelo professores:
- Apresentações e palestras de convidados da própria comunidade:
Música: Regina Salgado e Grupo Cordas Vivas
Pintura: Maria Ineuza Brbosa (Edineuza) e Anita Cabral
- Leitura feita pelos professores e Releitura feita pelos alunos dos livros da Coleção Crianças Famosas e História em Quadrões de Mauricio de Sousa.
- Conversa informal sobre os personagens
- Reconto através dos desenhos
- Dramatizações (na história sobre a infância de Monteiro Lobato trabalhamos também círculos e semi-círculos na confecção do Rabicó e do Visconde
- Redação
- Auto-biografia dos alunos.
Dificuldades encontradas: escassez de material, ambiente inadequado, desinteresse por parte de alguns aluno.
Dificuldades dos alunos: Poe ser um projeto inovador, muitos ficaram inseguros e tinham dificuldades para expressarem suas opiniões e sentimentos.
Também tinham dificuldades em pronunciar e escrever os nomes dos artistas estrangeiros e suas obras.
Reações e expressões dos alunos: a maior parte deles se comportaram muito bem. Com interesse e entusiasmo alguns queriam dançar (na parte da música), outros diziam:
-“Estou voando no espaço!”
- “Virei um anjo!”
- “Estou nas nuvens!”
- “Virei um pássaro e estou voando!”
- “Tem um monte de bailarinas dançando!”
- “Achei lindo! Tive vontade de chorar! Senti um dor no coração!”
- “Estou relaxado, calmo e leve!”
- “Pensei no meu casamento, nos meus filhos!”
- “Tive vontade de dormir!”
- “Parece uma valsa! Vamos dançar professora?”
Na pintura gostavam muito de fazer seus desenhos, de mexer com pincéis e tintas, misturar as cores e dar margens a suas imaginação.
Habituaram a pesquisar no dicionário; localizar no mapa os países mencionados nos livros; diferenciam e apreciam a música clássica; sabem o que é um atelier e uma galeria de arte; utilizam recursos próprios do texto escrito: maiúscula inicial, ponto final, parágrafo e título; rascunham e reescrevem seus próprios textos aprimorando-os; utilizam a reescrita de texto sem perder de vista as idéias originais do autor (a) e preocupam-se com o acabamento de seus trabalhos tendo em vista a sua exposição.
Professores que participaram desse Projeto:
Cláudia Maria Pinto Martins
Edinaílde Oliveira Silva
Marlene Araújo Tupiná
Adelina Angélica Ferreira da Silva
Edilene Victor de Almeida Ragone
*********************************************************************Reflexão
Nos relatos da primeira Escola os professores não convidaram artistas da comunidade para um trabalho com os alunos, causando dificuldades como a mistura de tintas. Ocorreu de forma contrária na segunda Escola, os professores convidaram artistas da comunidade que se deslocaram à instituição, dando sua contribuição, sem falar na credibilidade e no respeito que esta visita creditou à escola que oportunamente resgata o respeito e o apoio perdidos ao longo desses anos todos de insegurança e fracasso.
Nota-se que o desinteresse por parte de alguns alunos é a resistência ao novo, habituados a um cotidiano falido, porém cômodo, uma segurança mórbida mas que tira o conflito de ter que expressar opiniões e sentimentos.
Também não pode deixar desapercebido o esforço dessas escolas ao providenciar de imediato o que nelas inexistem por se tratar de momentos que urgem profundas e exigentes mudanças.
A aquisição de saberes de uma disciplina continua sendo prioridade indiscutível, mas torna-se extremamente importante fugir ao cotidiano da escola ensinando nossos alunos a enfrentar insegurança e dificuldades expressando suas opiniões e sentimentos, e a arte, há a arte move essas possibilidades.
RELATÓRIO ARTE POR ENCANTO POR ENQUANTO - Esc. Est. Mariana A. de Oliveira


Os alunos do CBAI fizeram apreciações de modo sensível, sobre produções de colegas e artistas (olhar, observar, opinar, discutir nas diversas linguagens).
Trabalhamos as palavras mais fáceis da biografia do referido pintor, como cópia, separação de sílabas e a família silábica de algumas palavras. Tiveram dificuldade no início de desenhar para pintar, mas com esforço se preocuparam com o acabamento de seus trabalhos tendo em vista a sua exposição.
PROFa: Lucilia de Oliveira Santos
O projeto foi desenvolvido na medida do possível com a finalidade de despertar a experimentação e pesquisa, dando imaginação criadora e transformadora aos alunos da 4ª série do ensino fundamental.
Foi reconhecida a importância e o interesse pela arte, sensibilizando produções artísticas, mediante o desenvolvimento de padrões de gosto pessoal e manifestações de opiniões, idéias e preferências sobre a arte.
Os alunos que mostraram interesse pelas artes, escolheram aqueles pintores que mais se identificaram. Por esse motivo resolveram criar seus personagens em cima das telas de Van Gogh, Monet, Leonardo da Vinci e Renoir.
Ficaram encantados e impressionados com o olhar da Mona Lisa. Andando de um lado para outro na sala, perceberam que o olhar os acompanhava em todas as direções.
Tivemos a oportunidade de trabalhar com as matérias de: Português e Ciências onde foi feita a da pesquisa da biografia dos pintores e de suas auto-biografias, onde descobriram suas cidades de origem e também sua árvore genealógica. Em Matemática leram e escreveram números, utilizando conhecimento sobre escrita posicional. Em Geografia, observando o mapa mundi, localizaram os países de origem de cada pintor. Na História ficaram curiosos só perguntando o por que suas telas só ficarem famosas e valiosas depois que eles morreram achando bastante triste eles não terem curtido a fama.
Quanto as dificuldades encontradas foram: pouco espaço de tempo, salas pequenas, para eles espalharem os materiais, temperatura elevada (bastante calor) ,inexperiência nas misturas das cores das tintas, a não participação de todos os alunos, onde eu como regente, ficava de uma sala para outra, tentando dividir a atenção com todos.
Tirando todas as dificuldades, foi bastante proveitoso esse trabalho com os alunos, porque houve coordenação, formulação de perguntas, expressão clara e precisa de idéias e opiniões e disposição mediante trabalho em grupo.
PROFª Sueli Viana Vieira
RELATÓRIO ARTE POR ENCANTO POR ENQUANTO


Professora e alunos do CBAs do Colégio Estadual Profª Mariana Agostinho
É com imenso prazer que eu, Celma Conceição da Silva, professora regente da turma CBAS do turno vespertino do Colégio E. Profª. Mariana A. de Oliveira, venho relatar o desenvolvimento do Projeto “Arte por Encanto” realizado por meus alunos em sala de aula.
A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana: o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer as formas produzidas por ele, pelos colegas, pela natureza e nas diferentes culturas.
Com o desenrolar do projeto, meus alunos se identificaram mais com o pintor Leonardo da Vinci, encantados com o quadro de “Monalisa”. Foi motivo de estímulo, pois despertou o conhecimento da obra e a criatividade deles. Daí em diante começaram a rabiscar em um papel de oficio, e eu como observadora, descobri talentos que até então estavam adormecidos. Estavam tão atentos à biografia do autor, que queriam saber também como foi a vida de Monalisa, perguntando se ela era casada, se tinha filhos, onde morava. Um dos alunos se identificou com Leonardo da Vinci, por escrever com a mão esquerda também. Utilizei a mesma biografia na disciplina Português com produção de texto e ditado. Não tiveram muita dificuldade. Só nas pinturas ao misturar as tintas e jogar no papel madeira.
Os alunos utilizaram várias linguagens para criar idéias e apreciaram de modo sensível a produção dos colegas e dos artistas nas diversas linguagens, se preocupando com o acabamento de seus trabalhos, tendo em vista sua exposição e divulgação.
O ser humano que não conhece arte tem uma experiência de aprendizagem limitada, escapa-lhe a dimensão do sonho.da força comunicativa dos objetos à sua volta, da sonoridade instigante da poesia, das cores e formas, dos gestos e luzes que buscam o sentido da vida.
PROFª.: Celma Conceição da Silva
VOCÊ SABIA?
O LAGO DOS CISNES
As breves entrevistas auxiliam os telespectadores a entrarem no universo de Mats Ek. O coreógrafo utiliza os clássicos como ponto de partida para a criação de um novo espetáculo. O Lago dos Cisnes original foi criado em 1875 baseado na música de Tchaikovski, o pano de fundo para contar a história de uma princesa transformada em cisne por um mago e que, à meia-noite, volta à forma humana.
A história começa quando a rainha decide que o príncipe Siegfried deve casar-se e anuncia o baile real, no qual ele elegerá uma mulher. Numa noite, quando o príncipe saiu com amigos para caçar, deparou-se com um grupo de cisnes brancos em um lago. O mais belo deles se transformou em uma jovem encantadora. Siegfried apaixona-se e descobre a triste sina de seu cisne.
Durante o baile, Siegfried conhece o tal mago, sua filha vestida de negro e declara-se a ela. Depois, recorda que já havia feito o mesmo à beira do lago. Ao saber da traição, o cisne branco tenta o suicído, mas o arrependimento do príncipe salva-a e liberta-a da maldição.
QUEBRA-NOZES
Autor Tchaikovsky, Piotr Ilitch
Apresentado pela primeira vez em 1892, em São Petersburgo, O Quebra Nozes é baseado na versão de Alexandre Dumas, Pai, de um conto infantil de Hoffmann, O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos. A música de Tchaikovski e a coreografia original de Marius Petipa e Lev Ivanov deram ao balé o status de clássico desde as primeiras récitas. O ocidente só veria O Quebra Nozes pela primeira vez em 1934, no Sadler"s Wells Theatre.
No Brasil, a primeira versão, em 1957, foi levada no Teatro João Caetano por Eugênia Feodorova, com Dalal Achcar no papel de Fada Açucarada. A grande popularização do balé se deu a partir da excepcional montagem da própria Dalal realizada em 1973 com participações estelares como a de Cyril Athanassoff. "Desde então eu fiz o Quebra-Nozes todos os anos da minha vida – no Municipal do Rio, no João Caetano ou em São Paulo", lembra a presidente do Municipal.
O QUEBRA NOZES
Prólogo e Dois Atos
No prólogo, vê-se a casa do Conselheiro Von Stahlbaum, cuja esposa e três filhos (Clara, Louise e Fritz) preparam a festa de Natal, na sala feericamente iluminada. Crianças e convidados se divertem. O padrinho de Clara, o estranho Dr. Drosselmeyer, faz mágicas para os convidados e presenteia sua afilhada com um lindo quebra-nozes em forma de soldadinho. Os irmãos, com inveja, tomam-lhe o brinquedo e o quebra-nozes é danificado.
Ao fim da festa, todos se retiram e os moradores vão dormir após a tradicional Dança dos Avós. Clara, insone, desce para buscar o quebra-nozes. Na sala escura, iluminada apenas pela árvore, ela se apavora com o relógio que bate a meia-noite e com o ruído dos ratos. A menina vê a estranha figura do padrinho, que faz com que a árvore de Natal cresça aos seus olhos. Bonecos ganham vida. O soldadinho de brinquedo ouve os ratos se aproximando e conclama os companheiros à luta.
Uma batalha acontece entre os Ratos e os Soldados, comandados pelo Quebra-Nozes. Os Ratos estão prestes a vencer quando Clara atira o chinelo na cabeça do Rei dos Ratos. Distraído, é morto pelo Capitão dos Soldados, que se transforma num Príncipe e convida Clara a um passeio pelo Reino das Neves e pelo Reino dos Doces.
No primeiro ato, Clara e o Príncipe viajam através de uma floresta gelada. Os flocos, metamorfoseados em criaturas vivas, dançam com o Príncipe e a Rainha das Neves.
No segundo ato, Clara chega ao Reino dos Confeitos e é apresentada pelo Príncipe à Fada Açucarada. O Príncipe conta como Clara salvou sua vida e a menina é convidada a presidir a festa em sua honra. Sentada no trono, ela vê as danças do chocolate, do chá e do café, especiarias raras no século XIX, representadas pelas coreografias espanhola, chinesa e árabe. Seguem-se os Russos, os Mirlitons e Madame Reginier, a bombonière de cuja saia saem doces, suspiros e bombons. As Flores dançam para Clara e a própria Rainha faz um pas-de-deux com o Príncipe. A valsa de despedida é dançada por todos e Clara volta para casa com seu Príncipe, em meio aos ares de fantasia e sonho.
A FLAUTA MÁGICA
O libreto é uma alusão à maçonaria, e mostra os dois grandes poderes que regem as relações humanas (bem e mal)
Tamino, personagem principal, é uma pessoa comum e é facilmente corrompido pela sociedade (representada pela Rainha da Noite). A Rainha da Noite pede a Tamino que capture sua filha Pamina, que está vivendo no templo de Sarastro, representante supremo do bem, ele é o Sol, o Dia, o Leão. Ele é considerado o grande benéfico. Ele havia capturado Pamina para livrá-la do mal. Tamino fica em dúvida se recaptura Pamina para devolvê-la à Rainha, ou se a deixa ser iniciada nos ensinamentos da bondade e justiça. Depois do contato com Sarastro, Tamino deseja iniciar-se também. Pamina e Tamino se apaixonam e, juntos, terão que passar pelos ordálios, que são alguns testes para que Sarastro saiba se estão realmente prontos para seguir seus ensinamentos.
A alusão que encontramos à maçonaria é Sarastro, o regente do dia. É como se a maçonaria fosse a salvação dos homens, mas ela não é para qualquer pessoa, é só para os nobres de coração e para os corajosos, pois, para ingressar nessa irmandade, é preciso passar por uma séria de desafios, e só assim, ser aceito.
Papageno, um meio-homem-meio-pássaro, é um que tenta passar pelos ordálios de Sarastro, mas não consegue chegar até o fim, mas nem por isso é mal visto por ele. Papageno quer apenas uma companheira, porque se sente muito solitário, e ele não precisa passar por isso, pois em nada complementará seu espírito. Ele é muito simples e ingênuo, muito parecido com Wolfgang, que desejava muito pouco para viver.
Wolfgang pregava a felicidade, tanto na vida quanto nas suas composições. A Flauta Mágica é o maior exemplo disso.
"A felicidade consiste unicamente em imaginarmos que somos felizes".
Wolfgang AmadeusMozart
A NONA SINFONIA DE BEETHOVEN
Vocês sabem tão bem da famosa e incomparável nona sinfonia!!! Ela é da mais profunda interiorização, que pode ser explicada pela sua surdez. Em 1799, Beethoven percebeu que estava ficando surdo, e quase teve um colapso, pois isso "teoricamente" poria um ponto final em sua carreira de músico. Mas isso não aconteceu, felizmente!! E foi na fase de surdez que Beethoven compôs suas obras mais brilhantes, pois ele raciocinava o som dos instrumentos na cabeça. Conta a história que Beethoven, num desses momentos de desânimo à sua moral como músico devido às respostas negativas dos críticos, logo reagiu.
Sabem o que ele fez para compor a nona sinfonia? Mandou cortar o pé do piano com uma serra daquelas de forma que ficasse rente ao chão, a fim de que ele pudesse sentir as vibrações. Ele encostava o seu ouvido junto ao piano e ao chão para que pudesse sentir as notas musicais; claro que ele teve a vantagem disso, visto que já ouviu as notas musicais um dia, mas, com a surdez, ele podia então 'ver' as notas musicais em toda sua plenitude. É lindo, se as pessoas realmente pudessem sentir a música pelo corpo, como o fazem os surdos, elas poderiam ver uma outra dimensão da música. Eu não posso ouvir as letras das músicas, mas posso senti-las. Sinto pelo chão ou colocando minhas mãos nos instrumentos de som, por vezes encosto meu ouvido direito e fazer com que os 12% que me restaram da audição pudesse sentir o ritmo.
As breves entrevistas auxiliam os telespectadores a entrarem no universo de Mats Ek. O coreógrafo utiliza os clássicos como ponto de partida para a criação de um novo espetáculo. O Lago dos Cisnes original foi criado em 1875 baseado na música de Tchaikovski, o pano de fundo para contar a história de uma princesa transformada em cisne por um mago e que, à meia-noite, volta à forma humana.
A história começa quando a rainha decide que o príncipe Siegfried deve casar-se e anuncia o baile real, no qual ele elegerá uma mulher. Numa noite, quando o príncipe saiu com amigos para caçar, deparou-se com um grupo de cisnes brancos em um lago. O mais belo deles se transformou em uma jovem encantadora. Siegfried apaixona-se e descobre a triste sina de seu cisne.
Durante o baile, Siegfried conhece o tal mago, sua filha vestida de negro e declara-se a ela. Depois, recorda que já havia feito o mesmo à beira do lago. Ao saber da traição, o cisne branco tenta o suicído, mas o arrependimento do príncipe salva-a e liberta-a da maldição.
QUEBRA-NOZES
Autor Tchaikovsky, Piotr Ilitch
Apresentado pela primeira vez em 1892, em São Petersburgo, O Quebra Nozes é baseado na versão de Alexandre Dumas, Pai, de um conto infantil de Hoffmann, O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos. A música de Tchaikovski e a coreografia original de Marius Petipa e Lev Ivanov deram ao balé o status de clássico desde as primeiras récitas. O ocidente só veria O Quebra Nozes pela primeira vez em 1934, no Sadler"s Wells Theatre.
No Brasil, a primeira versão, em 1957, foi levada no Teatro João Caetano por Eugênia Feodorova, com Dalal Achcar no papel de Fada Açucarada. A grande popularização do balé se deu a partir da excepcional montagem da própria Dalal realizada em 1973 com participações estelares como a de Cyril Athanassoff. "Desde então eu fiz o Quebra-Nozes todos os anos da minha vida – no Municipal do Rio, no João Caetano ou em São Paulo", lembra a presidente do Municipal.
O QUEBRA NOZES
Prólogo e Dois Atos
No prólogo, vê-se a casa do Conselheiro Von Stahlbaum, cuja esposa e três filhos (Clara, Louise e Fritz) preparam a festa de Natal, na sala feericamente iluminada. Crianças e convidados se divertem. O padrinho de Clara, o estranho Dr. Drosselmeyer, faz mágicas para os convidados e presenteia sua afilhada com um lindo quebra-nozes em forma de soldadinho. Os irmãos, com inveja, tomam-lhe o brinquedo e o quebra-nozes é danificado.
Ao fim da festa, todos se retiram e os moradores vão dormir após a tradicional Dança dos Avós. Clara, insone, desce para buscar o quebra-nozes. Na sala escura, iluminada apenas pela árvore, ela se apavora com o relógio que bate a meia-noite e com o ruído dos ratos. A menina vê a estranha figura do padrinho, que faz com que a árvore de Natal cresça aos seus olhos. Bonecos ganham vida. O soldadinho de brinquedo ouve os ratos se aproximando e conclama os companheiros à luta.
Uma batalha acontece entre os Ratos e os Soldados, comandados pelo Quebra-Nozes. Os Ratos estão prestes a vencer quando Clara atira o chinelo na cabeça do Rei dos Ratos. Distraído, é morto pelo Capitão dos Soldados, que se transforma num Príncipe e convida Clara a um passeio pelo Reino das Neves e pelo Reino dos Doces.
No primeiro ato, Clara e o Príncipe viajam através de uma floresta gelada. Os flocos, metamorfoseados em criaturas vivas, dançam com o Príncipe e a Rainha das Neves.
No segundo ato, Clara chega ao Reino dos Confeitos e é apresentada pelo Príncipe à Fada Açucarada. O Príncipe conta como Clara salvou sua vida e a menina é convidada a presidir a festa em sua honra. Sentada no trono, ela vê as danças do chocolate, do chá e do café, especiarias raras no século XIX, representadas pelas coreografias espanhola, chinesa e árabe. Seguem-se os Russos, os Mirlitons e Madame Reginier, a bombonière de cuja saia saem doces, suspiros e bombons. As Flores dançam para Clara e a própria Rainha faz um pas-de-deux com o Príncipe. A valsa de despedida é dançada por todos e Clara volta para casa com seu Príncipe, em meio aos ares de fantasia e sonho.
A FLAUTA MÁGICA
O libreto é uma alusão à maçonaria, e mostra os dois grandes poderes que regem as relações humanas (bem e mal)
Tamino, personagem principal, é uma pessoa comum e é facilmente corrompido pela sociedade (representada pela Rainha da Noite). A Rainha da Noite pede a Tamino que capture sua filha Pamina, que está vivendo no templo de Sarastro, representante supremo do bem, ele é o Sol, o Dia, o Leão. Ele é considerado o grande benéfico. Ele havia capturado Pamina para livrá-la do mal. Tamino fica em dúvida se recaptura Pamina para devolvê-la à Rainha, ou se a deixa ser iniciada nos ensinamentos da bondade e justiça. Depois do contato com Sarastro, Tamino deseja iniciar-se também. Pamina e Tamino se apaixonam e, juntos, terão que passar pelos ordálios, que são alguns testes para que Sarastro saiba se estão realmente prontos para seguir seus ensinamentos.
A alusão que encontramos à maçonaria é Sarastro, o regente do dia. É como se a maçonaria fosse a salvação dos homens, mas ela não é para qualquer pessoa, é só para os nobres de coração e para os corajosos, pois, para ingressar nessa irmandade, é preciso passar por uma séria de desafios, e só assim, ser aceito.
Papageno, um meio-homem-meio-pássaro, é um que tenta passar pelos ordálios de Sarastro, mas não consegue chegar até o fim, mas nem por isso é mal visto por ele. Papageno quer apenas uma companheira, porque se sente muito solitário, e ele não precisa passar por isso, pois em nada complementará seu espírito. Ele é muito simples e ingênuo, muito parecido com Wolfgang, que desejava muito pouco para viver.
Wolfgang pregava a felicidade, tanto na vida quanto nas suas composições. A Flauta Mágica é o maior exemplo disso.
"A felicidade consiste unicamente em imaginarmos que somos felizes".
Wolfgang AmadeusMozart
A NONA SINFONIA DE BEETHOVEN
Vocês sabem tão bem da famosa e incomparável nona sinfonia!!! Ela é da mais profunda interiorização, que pode ser explicada pela sua surdez. Em 1799, Beethoven percebeu que estava ficando surdo, e quase teve um colapso, pois isso "teoricamente" poria um ponto final em sua carreira de músico. Mas isso não aconteceu, felizmente!! E foi na fase de surdez que Beethoven compôs suas obras mais brilhantes, pois ele raciocinava o som dos instrumentos na cabeça. Conta a história que Beethoven, num desses momentos de desânimo à sua moral como músico devido às respostas negativas dos críticos, logo reagiu.
Sabem o que ele fez para compor a nona sinfonia? Mandou cortar o pé do piano com uma serra daquelas de forma que ficasse rente ao chão, a fim de que ele pudesse sentir as vibrações. Ele encostava o seu ouvido junto ao piano e ao chão para que pudesse sentir as notas musicais; claro que ele teve a vantagem disso, visto que já ouviu as notas musicais um dia, mas, com a surdez, ele podia então 'ver' as notas musicais em toda sua plenitude. É lindo, se as pessoas realmente pudessem sentir a música pelo corpo, como o fazem os surdos, elas poderiam ver uma outra dimensão da música. Eu não posso ouvir as letras das músicas, mas posso senti-las. Sinto pelo chão ou colocando minhas mãos nos instrumentos de som, por vezes encosto meu ouvido direito e fazer com que os 12% que me restaram da audição pudesse sentir o ritmo.
RELEITURA DE UMA OBRA DE ARTE por Rose Almeida

LEITURA
Sol poente – 1929
Óleo sobre tela
83×129 cm
Colecção particular, São Paulo, Brasil

OBJETIVO:
A partir da apresentação da vida e trabalhos da artista, trabalhar com a criança a possibilidade de releitura da obra de arte com 04 tipos de técnicas diferentes escolhidas pelo próprio professor.
1. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
1.a) Inicialmente escolher um artista ( Dica: Tarsila do Amaral ), após a escolha, apresentar para sala, as obras, a vida e o momento histórico;
1.b) Escolher uma obra de arte do artista ( Ex. Sol Poente ), para que seja uma releitura através de diferentes técnicas;
1.c) Escolher 04 ( quatro ) técnicas de sua preferência para fazer este trabalho;
( Ex.: Pintura a guache, colagens com papéis, pintura com cola colorida, etc ).
1.d) Explicar para os alunos como será feito o trabalho, técnicas, etc.
MATERIAIS GERAIS:
- Papéis coloridos de vários tipos e texturas.
- Pincéis de vários tipos e tamanhos.
- Tinta aquarela
- Água
- Cola branca
- Cola colorida
DICAS GERAIS
- neste trabalho o ideal é utilizar uma base bem resistente ( Ex.: papelão, papel paraná, e outros.)
- o tamanho ideal da folha a ser utilizada para a imagem é A4.
- Para trabalhar a obra você terá que trabalhar da seguinte forma:
a) Mostrar a obra escolhida para o aluno;
b) distribuir as folhas (canson, papelão), para cada aluno;
c) cada um irá fazer um desenho da obra (exposta pelo professor) conforme sua interpretação;
d) após o desenho pronto, o aluno irá trabalhar a técnica escolhida pelo professor.
2. Descrição das possibilidades técnicas passo a passo.
2.a) Técnica escolhida: Mosaico
MATERIAL:
- Papel de várias cores e texturas diferentes
- Cola branca
MODO DE FAZER:
1) Picar os papéis com a mão e reservar
2) Passar a cola sobre a superfície do desenho e em seguida colar de maneira que os espaços do desenho fiquem preenchidos.
Material
Escolhendo e colando
Trabalho final
2.b) Técnica escolhida: Pintura em aquarela
MATERIAL:
- Aquarela
- Água e pincel
MODO DE FAZER:
1) Umedecer o papel e pintar com a tinta aquarela não dissolvida ou pintar sobre o papel seco com a tinta dissolvida em água.
Não havendo possibilidade de se trabalhar com a tinta aquarela, pode-se substituí-la pela própria tinta guache dissolvida em bastante água. Nesse caso, é recomendável pintar sobre o papel seco.
MATERIAL
Pintando
Trabalho Final
2.c) Técnica escolhida: Pintura com tinta guache
Material:
- Tinta guache
- Pincéis
- Água
Modo de Fazer:
1) Separe as cores a serem usadas em pequenos recipientes, uma cor em cada um;
2) Coloque um pouco de água em cada um deles e misture até ficar com uma consistência líquida mas não aguada e;
3) Pinte o desenho.
Material
Pintando
Trabalho final
2.d) Técnica escolhida:
Pintura com cola colorida
Material:
- Cola colorida
Modo de Fazer:
1) Espremer a cola colorida sobre a superfície do desenho, formando linhas, texturas, de forma criativa e colorida ( após ter passado a cola sobre o papel, não use o pincel para pintar com a cola colorida, pois o trabalho é linear )
Material
Usando a cola
Trabalho final
3. Finalização e organização do trabalho
- Após terminar o trabalho discutir com os alunos qual técnica que eles mais gostaram de fazer e qual adequou-se melhor ao trabalho;
- Poderá ser feita uma exposição para demonstração do resultado final.
Bibliografia
Tarsila do Amaral.
Fundação Finambrás
(Produzido e Editado por Fundação Finambrás em homenagem aos 50 anos do Museu de Arte Moderna de São Paulo)
OFICINAS:
Por: Rose Mary F. Almeida
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
Primeira Etapa:
APRECIAÇÃO E PERCEPÇÃO DE UMA MÚSICA INSTRUMENTAL.
MOZART - "A FLAUTA MÁGICA"
PRIMEIRO MOMENTO: os alunos deverão ouvir e fazer a leitura da história de Mozart e a história da música “A Flauta Mágica”.
SEGUNDO MOMENTO: os alunos deverão fazer a releitura da história de Mozart e a releitura da história da música “A Flauta Mágica” individualmente, em dupla ou coletivamente e no final faz leitura individual (um aluno de cada vez ).
Para alunos que ainda não escrevem o professor será o copista, e os alunos poderão ler coletivamente: o professor pode pedir que o aluno aponte onde está escrito “essa” ou “aquela” palavra.
Expor no quadro o que foi produzido pelo aluno antes da orientação do professor e depois da orientação doprofessor . Explicar que uma é a fala do aluno e outra é a língua formal.
TERCEIRO MOMENTO: os alunos apenas ouvirão a música. Em seguida, ouvindo a mesma melodia, através de movimentos corporais, os alunos deverão achar a correspondência dos sons que ouvem com o movimento que fazem.
Com a orientação do professor os alunos podem andar pela sala, bater os pés, as mãos ou objetos, fazer movimentos com os braços, as pernas, a cabeça etc.
Exemplos:
• Utilizar as "batidas" da música marcando os passos;
• Fazer um movimento rápido quando ouve um som de curta duração (pã) ou um movimento prolongado quando ouve um som de longa duração (pããããããã);
• Fazer um movimento "leve" quando ouve um som agudo ou um movimento "pesado" com um som grave;
• Dançar livremente.
Observação: Estes são apenas alguns exemplos que o professor poderá estar orientando seus alunos, porém é interessante que eles próprios encontrem a correspondência do seu movimento com o som que escuta.
QUARTO MOMENTO: Exercício plástico
Utilizando a mesma música, os alunos deverão, individualmente, transformar a sensação que tiveram em elemento visual (desenhando). Irão participar de um ditado de gráficos sonoros.
Para tanto o professor deverá orientar no sentido de trabalhar na percepção das quatro propriedades do som (altura, duração, intensidade e timbre) e o ritmo musical
Assunto Trabalhado Característica Sonora Possibilidade de Trabalho
Altura
Agudo e grave
Utilização traços ascendentes ou descendentes
Duração
Longo ou curto
_______ou .
Timbre
Qualidade do som, o que diferencia um som do outro.
Qualidade intrínseca de cada movimento e de cada voz.
utilização de cores
Intensidade
Forte ou Piano (fraco/suave)
(É a força: fraco, forte, suave das emissões sonoras; é a variação do movimento, produzindo a dinâmica da música)
Utilização de traços finos ou grossos.
Ritmo
Agrupamento de sons e silêncios
(Sequência de sons longos ou curtos)
_ _ _ _ (pã pã pã pã)
ou _ _ - _ _ - _ _ (pãpã - pãpã – pãpã) etc.
Exemplo de materiais:
Papel sulfite
Lápis de cor
Livro da Coleção Crianças Famosas (Infância de Mozart)
BANDINHA
Objetivos:
• Desenvolver a discriminação auditiva, utilizar materiais que seriam desperdiçados (recicláveis), aproveitando suas variadas formas e transformando em instrumentos musicais.
• Estimular através de ações corporais e percussão de instrumentos a criatividade do aluno, disciplina, desempenho artístico, percepção rítmica, coordenação e o convívio social.
Procedimentos:
Os alunos deverão colecionar diversos materiais que utilizarão para produzir sons.
Através de recortes, montagem, colagem das peças durante as aulas (prática), cada grupo de alunos poderá desenvolver os instrumentos, como por exemplo - percussão, de sopro, com cordas, etc.
O professor deverá fazer com que o aluno crie novos instrumentos de sua escolha de onde possa extrair diversos tipos de sons, utilizando materiais "inusitados", como sucata, por exemplo.
É de extrema importância no decorrer da atividade, que o aluno tenha a atenção do professor e que este auxilie para que ele possa explorar o máximo sua criatividade, mostrando-lhe como é possível fazer diversos sons misturando simples materiais aliados a movimentos.
Material Utilizado:
Materiais recicláveis como plásticos, latas, galhos, cocos, fios, cordas, papelão, sementes, copos plásticos, etc.
Outros como: tintas, cola, régua, lixas, tesoura, estilete, lápis de cor, caneta hidrográfica, etc.
Avaliação:
Assiduidade, interesse, participação, organização, relação entre os elementos do grupo, criatividade e respeito pelos colegas. Observar se a experiência atingiu os objetivos propostos e se os alunos conseguiram desenvolver ritmos diferentes.
Dicas: Convidar para ir a Escola: Banda de Pífano; o Samba de Lata do Tijuaçú; Escola de Música ou Orquestra (o que existir de cultura local).
Pesquisar quem é o percussionista Naná Vasconcelos, a Banda Cordel do Fogo Encantado, Quinteto Violado...
Sugerir aos alunos que falem os tipos e as músicas de que mais gostam, trazendo a música para a sala de aula e mostrando para os demais colegas.
Procurar desenvolver os instrumentos com os materiais disponíveis e se precisar, pesquisar outros.
No CD do Multi-instrumentista Hermeto Pascoal o músico toca diversos instrumentos, inclusive os "não tradicionais" como: copo d'água, máquina de costura, apitos de bonecos infantis, entre outros.
Alguns instrumentos que podem ser percebidos no seu CD:
O Pato Tuba: um talo de abóbora oco que funciona como instrumento de sopro.
Apitos de Boneca: É aquela peça que fica dentro dos bonecos de apertar.
Copo Cheio D'Água: assopra junto à borda do copo para extrair o som.
Bibliografia:
• Revista Época (18/10/1999) - edição 74
• Site na internet: http://mundi.zaz.com.br/artes/03/hermeto.asp
BRINCANDO DE ARTE COM O LIVRO
Objetivos:
• Desenvolver o interesse pela leitura e a capacidade de concentração, atenção e imaginação.
• Desenvolver a percepção para detalhes e atitudes dos personagens através de jogos teatrais.
• Perceber as possibilidades de se expressar através do corpo.
• Materializar uma idéia através da modelagem.
Procedimentos Didáticos:
O professor lê a história em voz alta para a classe. O livro tem que ter imagens (figuras dos personagens), para que os alunos se identifiquem melhor com os personagens.
Ao terminar a leitura, o professor poderá perguntar o que os alunos acharam da história, qual parte mais gostaram e explicarem o porquê.
Livros sugeridos:
- Coleção Crianças Famosas
- Quadrões: pinturas de Mauricio de Sousa
1ª Atividade
Os alunos se levantam e empurram as mesas para o canto e formam um circulo. O professor coloca uma musica tranqüila e faz um alongamento com os alunos, começando da cabeça até os pés. O professor explica a proposta que é um trabalho corporal usando a primeira letra do nome do personagem. O professor dá um exemplo escrevendo o seu nome com o corpo (fazendo uma letra da cada vez com o próprio corpo). Depois pede para os alunos fazerem o mesmo com o nome do personagem escolhido. Os colegas de classe vão tentar adivinhar o nome do personagem do amigo. E no final todos vão ter participado, escrevendo o nome do personagem com o corpo.
2ª Atividade
Os alunos escolhem uma parte da historia e com a argila ou massinha de modelar vão modelar alguma coisa que tenha chamado sua atenção, depois de terminar os outros alunos deverão tentar adivinhar o que o colega de classe tentou expressar através da argila. No final, o professor pode fazer uma reflexão com os alunos, questionando o porque da escolha da cada personagem ou objeto escolhido.
3ª Atividade
Cada aluno escolhe um personagem que mais se identificou e começa a pensar a respeito tudo sobre o personagem. O professor ajudará os alunos com algumas perguntas à respeito dos personagens, colocando na lousa perguntas; exemplo: como o personagem falaria, como andaria, como seria o tom da sua voz, qual o acessório, objeto que mais identifica o personagem....
Depois a aluno irá apresentar/interpretar o personagem durante uns 5 minutos, juntando todas as características do personagem, para os colegas de classe poderem identificar melhor.
O professor pode ainda apresentar um "desafio" ao aluno. Durante a apresentação, ele oferece o objeto modelado anteriormente e propõe que o aluno-personagem o incorpore à encenação.
Avaliação: Questionar junto aos alunos o processo desenvolvido durante as atividades deixando que eles apontem dificuldades e possibilidades encontradas no trabalho corporal, na modelagem e na construção do personagem.
Por: Rose Mary F. Almeida
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
Primeira Etapa:
APRECIAÇÃO E PERCEPÇÃO DE UMA MÚSICA INSTRUMENTAL.
MOZART - "A FLAUTA MÁGICA"
PRIMEIRO MOMENTO: os alunos deverão ouvir e fazer a leitura da história de Mozart e a história da música “A Flauta Mágica”.
SEGUNDO MOMENTO: os alunos deverão fazer a releitura da história de Mozart e a releitura da história da música “A Flauta Mágica” individualmente, em dupla ou coletivamente e no final faz leitura individual (um aluno de cada vez ).
Para alunos que ainda não escrevem o professor será o copista, e os alunos poderão ler coletivamente: o professor pode pedir que o aluno aponte onde está escrito “essa” ou “aquela” palavra.
Expor no quadro o que foi produzido pelo aluno antes da orientação do professor e depois da orientação doprofessor . Explicar que uma é a fala do aluno e outra é a língua formal.
TERCEIRO MOMENTO: os alunos apenas ouvirão a música. Em seguida, ouvindo a mesma melodia, através de movimentos corporais, os alunos deverão achar a correspondência dos sons que ouvem com o movimento que fazem.
Com a orientação do professor os alunos podem andar pela sala, bater os pés, as mãos ou objetos, fazer movimentos com os braços, as pernas, a cabeça etc.
Exemplos:
• Utilizar as "batidas" da música marcando os passos;
• Fazer um movimento rápido quando ouve um som de curta duração (pã) ou um movimento prolongado quando ouve um som de longa duração (pããããããã);
• Fazer um movimento "leve" quando ouve um som agudo ou um movimento "pesado" com um som grave;
• Dançar livremente.
Observação: Estes são apenas alguns exemplos que o professor poderá estar orientando seus alunos, porém é interessante que eles próprios encontrem a correspondência do seu movimento com o som que escuta.
QUARTO MOMENTO: Exercício plástico
Utilizando a mesma música, os alunos deverão, individualmente, transformar a sensação que tiveram em elemento visual (desenhando). Irão participar de um ditado de gráficos sonoros.
Para tanto o professor deverá orientar no sentido de trabalhar na percepção das quatro propriedades do som (altura, duração, intensidade e timbre) e o ritmo musical
Assunto Trabalhado Característica Sonora Possibilidade de Trabalho
Altura
Agudo e grave
Utilização traços ascendentes ou descendentes
Duração
Longo ou curto
_______ou .
Timbre
Qualidade do som, o que diferencia um som do outro.
Qualidade intrínseca de cada movimento e de cada voz.
utilização de cores
Intensidade
Forte ou Piano (fraco/suave)
(É a força: fraco, forte, suave das emissões sonoras; é a variação do movimento, produzindo a dinâmica da música)
Utilização de traços finos ou grossos.
Ritmo
Agrupamento de sons e silêncios
(Sequência de sons longos ou curtos)
_ _ _ _ (pã pã pã pã)
ou _ _ - _ _ - _ _ (pãpã - pãpã – pãpã) etc.
Exemplo de materiais:
Papel sulfite
Lápis de cor
Livro da Coleção Crianças Famosas (Infância de Mozart)
BANDINHA
Objetivos:
• Desenvolver a discriminação auditiva, utilizar materiais que seriam desperdiçados (recicláveis), aproveitando suas variadas formas e transformando em instrumentos musicais.
• Estimular através de ações corporais e percussão de instrumentos a criatividade do aluno, disciplina, desempenho artístico, percepção rítmica, coordenação e o convívio social.
Procedimentos:
Os alunos deverão colecionar diversos materiais que utilizarão para produzir sons.
Através de recortes, montagem, colagem das peças durante as aulas (prática), cada grupo de alunos poderá desenvolver os instrumentos, como por exemplo - percussão, de sopro, com cordas, etc.
O professor deverá fazer com que o aluno crie novos instrumentos de sua escolha de onde possa extrair diversos tipos de sons, utilizando materiais "inusitados", como sucata, por exemplo.
É de extrema importância no decorrer da atividade, que o aluno tenha a atenção do professor e que este auxilie para que ele possa explorar o máximo sua criatividade, mostrando-lhe como é possível fazer diversos sons misturando simples materiais aliados a movimentos.
Material Utilizado:
Materiais recicláveis como plásticos, latas, galhos, cocos, fios, cordas, papelão, sementes, copos plásticos, etc.
Outros como: tintas, cola, régua, lixas, tesoura, estilete, lápis de cor, caneta hidrográfica, etc.
Avaliação:
Assiduidade, interesse, participação, organização, relação entre os elementos do grupo, criatividade e respeito pelos colegas. Observar se a experiência atingiu os objetivos propostos e se os alunos conseguiram desenvolver ritmos diferentes.
Dicas: Convidar para ir a Escola: Banda de Pífano; o Samba de Lata do Tijuaçú; Escola de Música ou Orquestra (o que existir de cultura local).
Pesquisar quem é o percussionista Naná Vasconcelos, a Banda Cordel do Fogo Encantado, Quinteto Violado...
Sugerir aos alunos que falem os tipos e as músicas de que mais gostam, trazendo a música para a sala de aula e mostrando para os demais colegas.
Procurar desenvolver os instrumentos com os materiais disponíveis e se precisar, pesquisar outros.
No CD do Multi-instrumentista Hermeto Pascoal o músico toca diversos instrumentos, inclusive os "não tradicionais" como: copo d'água, máquina de costura, apitos de bonecos infantis, entre outros.
Alguns instrumentos que podem ser percebidos no seu CD:
O Pato Tuba: um talo de abóbora oco que funciona como instrumento de sopro.
Apitos de Boneca: É aquela peça que fica dentro dos bonecos de apertar.
Copo Cheio D'Água: assopra junto à borda do copo para extrair o som.
Bibliografia:
• Revista Época (18/10/1999) - edição 74
• Site na internet: http://mundi.zaz.com.br/artes/03/hermeto.asp
BRINCANDO DE ARTE COM O LIVRO
Objetivos:
• Desenvolver o interesse pela leitura e a capacidade de concentração, atenção e imaginação.
• Desenvolver a percepção para detalhes e atitudes dos personagens através de jogos teatrais.
• Perceber as possibilidades de se expressar através do corpo.
• Materializar uma idéia através da modelagem.
Procedimentos Didáticos:
O professor lê a história em voz alta para a classe. O livro tem que ter imagens (figuras dos personagens), para que os alunos se identifiquem melhor com os personagens.
Ao terminar a leitura, o professor poderá perguntar o que os alunos acharam da história, qual parte mais gostaram e explicarem o porquê.
Livros sugeridos:
- Coleção Crianças Famosas
- Quadrões: pinturas de Mauricio de Sousa
1ª Atividade
Os alunos se levantam e empurram as mesas para o canto e formam um circulo. O professor coloca uma musica tranqüila e faz um alongamento com os alunos, começando da cabeça até os pés. O professor explica a proposta que é um trabalho corporal usando a primeira letra do nome do personagem. O professor dá um exemplo escrevendo o seu nome com o corpo (fazendo uma letra da cada vez com o próprio corpo). Depois pede para os alunos fazerem o mesmo com o nome do personagem escolhido. Os colegas de classe vão tentar adivinhar o nome do personagem do amigo. E no final todos vão ter participado, escrevendo o nome do personagem com o corpo.
2ª Atividade
Os alunos escolhem uma parte da historia e com a argila ou massinha de modelar vão modelar alguma coisa que tenha chamado sua atenção, depois de terminar os outros alunos deverão tentar adivinhar o que o colega de classe tentou expressar através da argila. No final, o professor pode fazer uma reflexão com os alunos, questionando o porque da escolha da cada personagem ou objeto escolhido.
3ª Atividade
Cada aluno escolhe um personagem que mais se identificou e começa a pensar a respeito tudo sobre o personagem. O professor ajudará os alunos com algumas perguntas à respeito dos personagens, colocando na lousa perguntas; exemplo: como o personagem falaria, como andaria, como seria o tom da sua voz, qual o acessório, objeto que mais identifica o personagem....
Depois a aluno irá apresentar/interpretar o personagem durante uns 5 minutos, juntando todas as características do personagem, para os colegas de classe poderem identificar melhor.
O professor pode ainda apresentar um "desafio" ao aluno. Durante a apresentação, ele oferece o objeto modelado anteriormente e propõe que o aluno-personagem o incorpore à encenação.
Avaliação: Questionar junto aos alunos o processo desenvolvido durante as atividades deixando que eles apontem dificuldades e possibilidades encontradas no trabalho corporal, na modelagem e na construção do personagem.
OFICINAS:
Por: Rose Mary F. Almeida
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
Primeira Etapa:
APRECIAÇÃO E PERCEPÇÃO DE UMA MÚSICA INSTRUMENTAL.
MOZART - "A FLAUTA MÁGICA"
PRIMEIRO MOMENTO: os alunos deverão ouvir e fazer a leitura da história de Mozart e a história da música “A Flauta Mágica”.
SEGUNDO MOMENTO: os alunos deverão fazer a releitura da história de Mozart e a releitura da história da música “A Flauta Mágica” individualmente, em dupla ou coletivamente e no final faz leitura individual (um aluno de cada vez ).
Para alunos que ainda não escrevem o professor será o copista, e os alunos poderão ler coletivamente: o professor pode pedir que o aluno aponte onde está escrito “essa” ou “aquela” palavra.
Expor no quadro o que foi produzido pelo aluno antes da orientação do professor e depois da orientação doprofessor . Explicar que uma é a fala do aluno e outra é a língua formal.
TERCEIRO MOMENTO: os alunos apenas ouvirão a música. Em seguida, ouvindo a mesma melodia, através de movimentos corporais, os alunos deverão achar a correspondência dos sons que ouvem com o movimento que fazem.
Com a orientação do professor os alunos podem andar pela sala, bater os pés, as mãos ou objetos, fazer movimentos com os braços, as pernas, a cabeça etc.
Exemplos:
• Utilizar as "batidas" da música marcando os passos;
• Fazer um movimento rápido quando ouve um som de curta duração (pã) ou um movimento prolongado quando ouve um som de longa duração (pããããããã);
• Fazer um movimento "leve" quando ouve um som agudo ou um movimento "pesado" com um som grave;
• Dançar livremente.
Observação: Estes são apenas alguns exemplos que o professor poderá estar orientando seus alunos, porém é interessante que eles próprios encontrem a correspondência do seu movimento com o som que escuta.
QUARTO MOMENTO: Exercício plástico
Utilizando a mesma música, os alunos deverão, individualmente, transformar a sensação que tiveram em elemento visual (desenhando). Irão participar de um ditado de gráficos sonoros.
Para tanto o professor deverá orientar no sentido de trabalhar na percepção das quatro propriedades do som (altura, duração, intensidade e timbre) e o ritmo musical
Assunto Trabalhado Característica Sonora Possibilidade de Trabalho
Altura
Agudo e grave
Utilização traços ascendentes ou descendentes
Duração
Longo ou curto
_______ou .
Timbre
Qualidade do som, o que diferencia um som do outro.
Qualidade intrínseca de cada movimento e de cada voz.
utilização de cores
Intensidade
Forte ou Piano (fraco/suave)
(É a força: fraco, forte, suave das emissões sonoras; é a variação do movimento, produzindo a dinâmica da música)
Utilização de traços finos ou grossos.
Ritmo
Agrupamento de sons e silêncios
(Sequência de sons longos ou curtos)
_ _ _ _ (pã pã pã pã)
ou _ _ - _ _ - _ _ (pãpã - pãpã – pãpã) etc.
Exemplo de materiais:
Papel sulfite
Lápis de cor
Livro da Coleção Crianças Famosas (Infância de Mozart)
BANDINHA
Objetivos:
• Desenvolver a discriminação auditiva, utilizar materiais que seriam desperdiçados (recicláveis), aproveitando suas variadas formas e transformando em instrumentos musicais.
• Estimular através de ações corporais e percussão de instrumentos a criatividade do aluno, disciplina, desempenho artístico, percepção rítmica, coordenação e o convívio social.
Procedimentos:
Os alunos deverão colecionar diversos materiais que utilizarão para produzir sons.
Através de recortes, montagem, colagem das peças durante as aulas (prática), cada grupo de alunos poderá desenvolver os instrumentos, como por exemplo - percussão, de sopro, com cordas, etc.
O professor deverá fazer com que o aluno crie novos instrumentos de sua escolha de onde possa extrair diversos tipos de sons, utilizando materiais "inusitados", como sucata, por exemplo.
É de extrema importância no decorrer da atividade, que o aluno tenha a atenção do professor e que este auxilie para que ele possa explorar o máximo sua criatividade, mostrando-lhe como é possível fazer diversos sons misturando simples materiais aliados a movimentos.
Material Utilizado:
Materiais recicláveis como plásticos, latas, galhos, cocos, fios, cordas, papelão, sementes, copos plásticos, etc.
Outros como: tintas, cola, régua, lixas, tesoura, estilete, lápis de cor, caneta hidrográfica, etc.
Avaliação:
Assiduidade, interesse, participação, organização, relação entre os elementos do grupo, criatividade e respeito pelos colegas. Observar se a experiência atingiu os objetivos propostos e se os alunos conseguiram desenvolver ritmos diferentes.
Dicas: Convidar para ir a Escola: Banda de Pífano; o Samba de Lata do Tijuaçú; Escola de Música ou Orquestra (o que existir de cultura local).
Pesquisar quem é o percussionista Naná Vasconcelos, a Banda Cordel do Fogo Encantado, Quinteto Violado...
Sugerir aos alunos que falem os tipos e as músicas de que mais gostam, trazendo a música para a sala de aula e mostrando para os demais colegas.
Procurar desenvolver os instrumentos com os materiais disponíveis e se precisar, pesquisar outros.
No CD do Multi-instrumentista Hermeto Pascoal o músico toca diversos instrumentos, inclusive os "não tradicionais" como: copo d'água, máquina de costura, apitos de bonecos infantis, entre outros.
Alguns instrumentos que podem ser percebidos no seu CD:
O Pato Tuba: um talo de abóbora oco que funciona como instrumento de sopro.
Apitos de Boneca: É aquela peça que fica dentro dos bonecos de apertar.
Copo Cheio D'Água: assopra junto à borda do copo para extrair o som.
Bibliografia:
• Revista Época (18/10/1999) - edição 74
• Site na internet: http://mundi.zaz.com.br/artes/03/hermeto.asp
BRINCANDO DE ARTE COM O LIVRO
Objetivos:
• Desenvolver o interesse pela leitura e a capacidade de concentração, atenção e imaginação.
• Desenvolver a percepção para detalhes e atitudes dos personagens através de jogos teatrais.
• Perceber as possibilidades de se expressar através do corpo.
• Materializar uma idéia através da modelagem.
Procedimentos Didáticos:
O professor lê a história em voz alta para a classe. O livro tem que ter imagens (figuras dos personagens), para que os alunos se identifiquem melhor com os personagens.
Ao terminar a leitura, o professor poderá perguntar o que os alunos acharam da história, qual parte mais gostaram e explicarem o porquê.
Livros sugeridos:
- Coleção Crianças Famosas
- Quadrões: pinturas de Mauricio de Sousa
1ª Atividade
Os alunos se levantam e empurram as mesas para o canto e formam um circulo. O professor coloca uma musica tranqüila e faz um alongamento com os alunos, começando da cabeça até os pés. O professor explica a proposta que é um trabalho corporal usando a primeira letra do nome do personagem. O professor dá um exemplo escrevendo o seu nome com o corpo (fazendo uma letra da cada vez com o próprio corpo). Depois pede para os alunos fazerem o mesmo com o nome do personagem escolhido. Os colegas de classe vão tentar adivinhar o nome do personagem do amigo. E no final todos vão ter participado, escrevendo o nome do personagem com o corpo.
2ª Atividade
Os alunos escolhem uma parte da historia e com a argila ou massinha de modelar vão modelar alguma coisa que tenha chamado sua atenção, depois de terminar os outros alunos deverão tentar adivinhar o que o colega de classe tentou expressar através da argila. No final, o professor pode fazer uma reflexão com os alunos, questionando o porque da escolha da cada personagem ou objeto escolhido.
3ª Atividade
Cada aluno escolhe um personagem que mais se identificou e começa a pensar a respeito tudo sobre o personagem. O professor ajudará os alunos com algumas perguntas à respeito dos personagens, colocando na lousa perguntas; exemplo: como o personagem falaria, como andaria, como seria o tom da sua voz, qual o acessório, objeto que mais identifica o personagem....
Depois a aluno irá apresentar/interpretar o personagem durante uns 5 minutos, juntando todas as características do personagem, para os colegas de classe poderem identificar melhor.
O professor pode ainda apresentar um "desafio" ao aluno. Durante a apresentação, ele oferece o objeto modelado anteriormente e propõe que o aluno-personagem o incorpore à encenação.
Avaliação: Questionar junto aos alunos o processo desenvolvido durante as atividades deixando que eles apontem dificuldades e possibilidades encontradas no trabalho corporal, na modelagem e na construção do personagem.
RELEITURA DE UMA OBRA DE ARTE
Por Elienai Bernini e Elaine Andrade
Objetivo:
A partir da apresentação da vida e trabalhos da artista, trabalhar com a criança a possibilidade de releitura da obra de arte com 04 tipos de técnicas diferentes escolhidas pelo próprio professor.
Por: Rose Mary F. Almeida
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:
Primeira Etapa:
APRECIAÇÃO E PERCEPÇÃO DE UMA MÚSICA INSTRUMENTAL.
MOZART - "A FLAUTA MÁGICA"
PRIMEIRO MOMENTO: os alunos deverão ouvir e fazer a leitura da história de Mozart e a história da música “A Flauta Mágica”.
SEGUNDO MOMENTO: os alunos deverão fazer a releitura da história de Mozart e a releitura da história da música “A Flauta Mágica” individualmente, em dupla ou coletivamente e no final faz leitura individual (um aluno de cada vez ).
Para alunos que ainda não escrevem o professor será o copista, e os alunos poderão ler coletivamente: o professor pode pedir que o aluno aponte onde está escrito “essa” ou “aquela” palavra.
Expor no quadro o que foi produzido pelo aluno antes da orientação do professor e depois da orientação doprofessor . Explicar que uma é a fala do aluno e outra é a língua formal.
TERCEIRO MOMENTO: os alunos apenas ouvirão a música. Em seguida, ouvindo a mesma melodia, através de movimentos corporais, os alunos deverão achar a correspondência dos sons que ouvem com o movimento que fazem.
Com a orientação do professor os alunos podem andar pela sala, bater os pés, as mãos ou objetos, fazer movimentos com os braços, as pernas, a cabeça etc.
Exemplos:
• Utilizar as "batidas" da música marcando os passos;
• Fazer um movimento rápido quando ouve um som de curta duração (pã) ou um movimento prolongado quando ouve um som de longa duração (pããããããã);
• Fazer um movimento "leve" quando ouve um som agudo ou um movimento "pesado" com um som grave;
• Dançar livremente.
Observação: Estes são apenas alguns exemplos que o professor poderá estar orientando seus alunos, porém é interessante que eles próprios encontrem a correspondência do seu movimento com o som que escuta.
QUARTO MOMENTO: Exercício plástico
Utilizando a mesma música, os alunos deverão, individualmente, transformar a sensação que tiveram em elemento visual (desenhando). Irão participar de um ditado de gráficos sonoros.
Para tanto o professor deverá orientar no sentido de trabalhar na percepção das quatro propriedades do som (altura, duração, intensidade e timbre) e o ritmo musical
Assunto Trabalhado Característica Sonora Possibilidade de Trabalho
Altura
Agudo e grave
Utilização traços ascendentes ou descendentes
Duração
Longo ou curto
_______ou .
Timbre
Qualidade do som, o que diferencia um som do outro.
Qualidade intrínseca de cada movimento e de cada voz.
utilização de cores
Intensidade
Forte ou Piano (fraco/suave)
(É a força: fraco, forte, suave das emissões sonoras; é a variação do movimento, produzindo a dinâmica da música)
Utilização de traços finos ou grossos.
Ritmo
Agrupamento de sons e silêncios
(Sequência de sons longos ou curtos)
_ _ _ _ (pã pã pã pã)
ou _ _ - _ _ - _ _ (pãpã - pãpã – pãpã) etc.
Exemplo de materiais:
Papel sulfite
Lápis de cor
Livro da Coleção Crianças Famosas (Infância de Mozart)
BANDINHA
Objetivos:
• Desenvolver a discriminação auditiva, utilizar materiais que seriam desperdiçados (recicláveis), aproveitando suas variadas formas e transformando em instrumentos musicais.
• Estimular através de ações corporais e percussão de instrumentos a criatividade do aluno, disciplina, desempenho artístico, percepção rítmica, coordenação e o convívio social.
Procedimentos:
Os alunos deverão colecionar diversos materiais que utilizarão para produzir sons.
Através de recortes, montagem, colagem das peças durante as aulas (prática), cada grupo de alunos poderá desenvolver os instrumentos, como por exemplo - percussão, de sopro, com cordas, etc.
O professor deverá fazer com que o aluno crie novos instrumentos de sua escolha de onde possa extrair diversos tipos de sons, utilizando materiais "inusitados", como sucata, por exemplo.
É de extrema importância no decorrer da atividade, que o aluno tenha a atenção do professor e que este auxilie para que ele possa explorar o máximo sua criatividade, mostrando-lhe como é possível fazer diversos sons misturando simples materiais aliados a movimentos.
Material Utilizado:
Materiais recicláveis como plásticos, latas, galhos, cocos, fios, cordas, papelão, sementes, copos plásticos, etc.
Outros como: tintas, cola, régua, lixas, tesoura, estilete, lápis de cor, caneta hidrográfica, etc.
Avaliação:
Assiduidade, interesse, participação, organização, relação entre os elementos do grupo, criatividade e respeito pelos colegas. Observar se a experiência atingiu os objetivos propostos e se os alunos conseguiram desenvolver ritmos diferentes.
Dicas: Convidar para ir a Escola: Banda de Pífano; o Samba de Lata do Tijuaçú; Escola de Música ou Orquestra (o que existir de cultura local).
Pesquisar quem é o percussionista Naná Vasconcelos, a Banda Cordel do Fogo Encantado, Quinteto Violado...
Sugerir aos alunos que falem os tipos e as músicas de que mais gostam, trazendo a música para a sala de aula e mostrando para os demais colegas.
Procurar desenvolver os instrumentos com os materiais disponíveis e se precisar, pesquisar outros.
No CD do Multi-instrumentista Hermeto Pascoal o músico toca diversos instrumentos, inclusive os "não tradicionais" como: copo d'água, máquina de costura, apitos de bonecos infantis, entre outros.
Alguns instrumentos que podem ser percebidos no seu CD:
O Pato Tuba: um talo de abóbora oco que funciona como instrumento de sopro.
Apitos de Boneca: É aquela peça que fica dentro dos bonecos de apertar.
Copo Cheio D'Água: assopra junto à borda do copo para extrair o som.
Bibliografia:
• Revista Época (18/10/1999) - edição 74
• Site na internet: http://mundi.zaz.com.br/artes/03/hermeto.asp
BRINCANDO DE ARTE COM O LIVRO
Objetivos:
• Desenvolver o interesse pela leitura e a capacidade de concentração, atenção e imaginação.
• Desenvolver a percepção para detalhes e atitudes dos personagens através de jogos teatrais.
• Perceber as possibilidades de se expressar através do corpo.
• Materializar uma idéia através da modelagem.
Procedimentos Didáticos:
O professor lê a história em voz alta para a classe. O livro tem que ter imagens (figuras dos personagens), para que os alunos se identifiquem melhor com os personagens.
Ao terminar a leitura, o professor poderá perguntar o que os alunos acharam da história, qual parte mais gostaram e explicarem o porquê.
Livros sugeridos:
- Coleção Crianças Famosas
- Quadrões: pinturas de Mauricio de Sousa
1ª Atividade
Os alunos se levantam e empurram as mesas para o canto e formam um circulo. O professor coloca uma musica tranqüila e faz um alongamento com os alunos, começando da cabeça até os pés. O professor explica a proposta que é um trabalho corporal usando a primeira letra do nome do personagem. O professor dá um exemplo escrevendo o seu nome com o corpo (fazendo uma letra da cada vez com o próprio corpo). Depois pede para os alunos fazerem o mesmo com o nome do personagem escolhido. Os colegas de classe vão tentar adivinhar o nome do personagem do amigo. E no final todos vão ter participado, escrevendo o nome do personagem com o corpo.
2ª Atividade
Os alunos escolhem uma parte da historia e com a argila ou massinha de modelar vão modelar alguma coisa que tenha chamado sua atenção, depois de terminar os outros alunos deverão tentar adivinhar o que o colega de classe tentou expressar através da argila. No final, o professor pode fazer uma reflexão com os alunos, questionando o porque da escolha da cada personagem ou objeto escolhido.
3ª Atividade
Cada aluno escolhe um personagem que mais se identificou e começa a pensar a respeito tudo sobre o personagem. O professor ajudará os alunos com algumas perguntas à respeito dos personagens, colocando na lousa perguntas; exemplo: como o personagem falaria, como andaria, como seria o tom da sua voz, qual o acessório, objeto que mais identifica o personagem....
Depois a aluno irá apresentar/interpretar o personagem durante uns 5 minutos, juntando todas as características do personagem, para os colegas de classe poderem identificar melhor.
O professor pode ainda apresentar um "desafio" ao aluno. Durante a apresentação, ele oferece o objeto modelado anteriormente e propõe que o aluno-personagem o incorpore à encenação.
Avaliação: Questionar junto aos alunos o processo desenvolvido durante as atividades deixando que eles apontem dificuldades e possibilidades encontradas no trabalho corporal, na modelagem e na construção do personagem.
RELEITURA DE UMA OBRA DE ARTE
Por Elienai Bernini e Elaine Andrade
Objetivo:
A partir da apresentação da vida e trabalhos da artista, trabalhar com a criança a possibilidade de releitura da obra de arte com 04 tipos de técnicas diferentes escolhidas pelo próprio professor.
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